Eis que eu te vi
No início, amor, não havia nada.
Só uma respiração lenta e crua,
numa decadência imoral e nua.
Mas eu gritei à minha mente
sórdida e suja e exigi prova
da minha existência dúbia.
Eis que eu te vi.
No início, amor, não havia nada.
Só uma respiração lenta e crua,
numa decadência imoral e nua.
Mas eu gritei à minha mente
sórdida e suja e exigi prova
da minha existência dúbia.
Eis que eu te vi.
Deixado levianamente por
Bina Goldrajch
às
00:19
Não se preocupe. Tem mais em: Poedias ou memoremas
6 comentários:
Menina, descobri-te através da Hercília, docê mulher!
Você têm o dom de escrever coisas incríveis eu simplesmente amei. Têm um tom, forte misturado com uma sensibilidade peculiar, um olhar diferente, para coisas comuns.
Ou seja, você transforma, reconstrói parametros, paralelos e situações.
Eu gostei mesmo, a algum tempo, não elio algo e me impressiono desta forma.
Parabéns, valeu a pena ter vindo aqui!
Quero dizer-te que através da lista que a Hercília fez no blog dela "Novidade e Velharias", eu fiz um post em meu blog, uma homenagem para as listadas, espero que você leia e goste.
É simples como o que escrevo, mas verdadeiro em sua essência.
Boa semana, linkarei seu blog no meu, as pessoas merecem ler-te!
Beijos!
Oi
Tbem te achei pela Hercilia.. e está linkada..
Adorei esse espaço
Convido para visitar:
CARTAS AO AVESSO
http://cartasaoavesso.blogspot.com
e eis que surge do nada. ;)
tão bonito e suave.
Pequeno,curto e pesado.
Eu amei.
Desiludida, aturdida
no papel escondida.
Inoportuna também
e quase sempre importuna.
Até vencida deve estar
selada e envelhecida.
E ainda assim a amas?
Ah!... Então deve ser neste amor que ela resiste! Quem poderá explicar a poesia?
Parabéns poeta. Jamais serás esquecida.
Muito bom poema, suscita uma interpretação muito atual aos ouvidos do leitor, muito bom!
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